ASHÁ, UM EX-REI DA PERSA (IRÃ)
ASHÁ, UM EX-REI DA PERSA (IRÃ)
Introdução: ASHÁ, foi um nobre rei e imperador do Reinado do Sol do Oriente, antiga cidade-estado de grande poder e influência política há 9.ooo anos, de quando os reis imperadores eram adorados, tratados como se fossem deuses, e a eles todos os seus cidadãos lhe pertenciam. Nesta canalização, Ashá explica como do rei mais poderoso do planeta, daquela época, tornou-se um servo do Criador, após morar com o pobres e pedir esmolas por 1 ano. E no final, Ashá deixa um ainda um poema de grande significado.
Pergunta: SENHOR ASHÁ, o senhor foi por um tempo, há muitos anos, o Deus sol do Oriente, certo?
Resposta: Há 9 mil anos eu tive uma boa posição de prestígio e admiração.
Conquistei após muitas batalhas os reinos ao redor do território pérsico (atualmente Irã) e então intitulei-me o deus sol do oriente, como o principal reino daquela época.
Pergunta: O senhor mudou de vida após conhecer o iesu (jesus) Zaratustra, certo?
Resposta: Conhecer o Zarahá (Zaratustra) realmente deu um significado para a toda a minha existência.
Eu achava que estava fazendo o papel de um deus na Terra, protegendo, controlando, confabulando, e exigindo atenção, prêmios, distrações e adorações, como um deus que ouvíamos falar.
Mas, na verdade, estava fazendo apenas um papel de um tolo, sem maturidade, embora eu tivesse um bom conhecimento naquela vida, pois havia muitos filósofos e oráculos nos reinos que faziam de tudo para me manter interessado em seus trabalhos e assim eu pude aprender muito com essas sabedorias antigas e ancestrais.
No entanto, com a chegada do Zarahá (Zaratustra) a minha vida virou de cabeça para baixo. E a presença dele era tão forte e sublime que era impossível não acreditar nas suas doces palavras.
Ele era um homem alto, forte, que se destacava na multidão, mas ao mesmo tempo, era doce e firme, com tanta convicção que quando ele falava era impossível não prestar a atenção nele e beber em suas palavras.
Pergunta: Tenho conhecimento de que o Zarahá (Zaratustra) falou ao senhor para abdicar de suas riquezas e perambular com os pobres por 1 ano, certo?
Resposta: Nossa, eu lembro como se fosse hoje! Foi algo tão marcante. Imagina um desconhecido chegar para um rei poderoso naquela época e mandá-lo desistir de todas as suas conquistas e perambular com os coitados e marginalizados?
Quando contei essas histórias para outros reis, eles me perguntaram: mas você não mandou matá-lo?
Eu respondi: eu não tinha nem vontade de mais nada, depois que ele me disse para desistir de tudo, pois tudo aquilo era apenas uma ilusão fruto de uma imaturidade da possessão humana, que queria competir com o Criador, achando que deveria ser adorado e que tinha o poder de tudo e de todos.
De repente toda a minha vida passou pela minha mente e eu vi o quanto tempo perdi coletando coisas mundanas e passageiras: quantas pessoas eu perdi que não voltaram mais e tudo aquilo por poder e ganância.
Eu me senti pobre já. Quando Zarahá (Zaratustra) me disse para abandonar tudo, todo o reinado, era como seu tivesse percebido que no fim das contas eu não era nada e não tinha nada, pois quando eu partisse, eu iria sem nada e tudo ficaria para lá.
E o mais importante de tudo isso é que mesmo sendo, por um tempo, o rei mais importante da Pérsia (Irã) eu não era feliz. E quando veio a oportunidade do Criador, por meio do Zarahá (Zaratustra), mostrar que eu poderia ser feliz, que a minha vida poderia ter algum significado maior, eu não tinha como deixar de aproveitar essa situação.
Eu passei uma noite toda acordado, pensando e lembrando de tudo o que fiz e nada tinha tanta importância quanto largar tudo e ir em busca da felicidade suprema, em que eu não seria mais adorado e sim eu iria adorar o Criador, pois eu também queria ser filho daquele Criador e queria que esse Criador tivesse orgulho de mim, e, assim eu desisti de tudo, e apenas com a roupa do meu corpo, peguei uma tigela de barro e fui morar com os pobres, por 1 ano inteiro, aprendendo a pedir esmolas para comer.
Pergunta: O senhor disse que era importante para ser um deus no céu saber viver tanto quanto um nobre quanto um pobre, isso?
Resposta: Nossa! Essa frase simplesmente escapou dos meus lábios, sem nem pensar direito, pois naquela hora eu já estava tomado de um amor infinito tão grande que a única situação que pensava era que me reconectar com o Criador era tudo o que eu poderia fazer naquele momento, pois quando eu vi Zarahá (Zaratustra) na minha frente, eu queria ser abençoado que nem ele, não que eu tivesse inveja dele, mas eu queria reluzir e transmitir coisas boas com ações e palavras, assim como ele fazia, sem precisar dar ordens ou incitar o medo. E como se toda a programação da minha vida fizesse sentido naquele exato momento que declarei que eu deveria saber viver os dois extremos para que eu pudesse me tornar um todo poderoso, um dia, em algum lugar, para alguém. E eu sabia que eu poderia ser algo melhor.
Pergunta: Conte-me um pouco de como foi viver com os pobres após abdicar do reino?
Resposta: Eu fui motivo de chacota, de piadas, de pena, as pessoas me olhavam e diziam que eu estava louco. Eu respondia a mim mesmo, sim, estou louco, mas louco pela luz do Criador.
Eu tinha tudo que uma pessoa terrena poderia ter. Mas eu não era feliz. Eu não tinha razão de viver. Tudo era vazio. E quando eu larguei tudo, é como se todas as falhas e imaturidades tivessem ido junto e eu podia sentir a luz do Criador me acompanhando, pela primeira vez.
Eu não tinha mais apego de nada, eu não queria ter mais nada, eu queria SER. Entende?
E morar com os marginalizados foi uma grande experiência necessária para aquela minha vida. Como eu poderia entender melhor como ser uma pessoa abençoada pela luz do Criador se eu não entendesse melhor as pessoas de ambos os lados.
Eu já havia sido rico, muito rico, e precisei vivenciar sendo o pobre, muito pobre, sem nada.
Eu não queria mais nada. Eu queria ter sentido em viver.
E eu encontrei sentido em viver com aqueles que nada querem possuir (os pobres).
Assim eu poderia ver como eles pensavam e agiam e, poderia, um dia, planejar como assisti-los, se assim fosse a vontade do Criador.
Pergunta: E creio que essa vontade tenha chegado?
Resposta: Sim, após o ano todo que me dediquei a pedir esmolas, silenciar, meditar, adorar o Criador, com o meu único cordão de sementes, Zarahá (Zaratustra) voltou ao reinado e após as mudanças necessárias eu fui colocado como um grande Guia para as pessoas marginalizadas e necessitadas.
Eu não tinha mais nada de riquezas a oferecer, eu só tinha palavras, gestos e amor.
E para mim aquilo me fez muito feliz.
Eu me senti realmente mudando a vida das pessoas.
E eu poderia dizer a elas que tudo bem não ter bens, porque eu também não tinha mais nada.
E assim eu aconselhava os demais que perseguir os bens materiais, acima de tudo, nunca iria trazer a felicidade plena.
A felicidade plena existe quando podemos ser úteis de alguma e assim fazer a diferença na vida dos demais.
E com esses meus humildes aprendizados, eu, naquela época, um idoso vivi os meus últimos anos aconselhando que o Criador era tudo o que poderíamos ter e querer, pois com Ele ao nosso lado, a nossa vida iria fazer sentido.
Moedas não trazem sentido. A fé traz sentido.
Pergunta: E atualmente como o senhor está, o senhor teve que reencarnar, o senhor se aliou a confederação? O senhor viu Zarahá (Zaratustra) novamente?
Resposta: Atualmente eu me encontro na fase de transição da confederação do amor pleno para o amor mais equilibrado. Estou numa encarnação que as bibliotecas da vida e do destino começam a ficar disponíveis para aquele ser em aprendizado. Então, eu tenho muito o que aprender daqui para frente, pois são muitos anos terrenos em aprendizado. Depois que a gente se qualifica na luz interior do amor, nós devemos nos qualificar na luz do conhecimento. Toda a encarnação irá ditar um planejamento para a nossa evolução. Eu ainda existo nos planos terrestres. Eu estou vinculado à Terra ainda. De vez em quando eu sirvo de canal, como neste momento, para transmitir conhecimento, mas principalmente para transmitir amor incondicional. Eu e mais outros seres amamos potencializar o amor incondicional na humanidade. Quando os seres humanos brilham de amor, nós o emanamos mais ainda para que uma linda torre de luz emerja naquele momento e se espalhe até o canto mais escuro. É uma luz que brilha em diversas cores, do azul, à rosa, cintilando pelo branco e dourado e explodindo como se fosse um enorme farol. Eu realmente amo fazer isso. É um dos ensinamentos de Zarahá (Zaratustra).
Eu tive contanto com Zarahá (Zaratustra) algumas vezes, mas muito breve. Ele não poderia ficar muito tempo na zona temporal que eu reencarnei, mas ele fez questão de vir me visitar e de me agradecer. Eu queria que ele tivesse ficado para sempre, mas ele estava pronto para se tornar pura luz ao lado dos arcanjos. Creio que ele já tinha a habilidade de se tornar um supremo Senhor, um ajudante direto do Arcanjo. E isso foi um enorme salto evolutivo de um ser humano diretamente para o status de quase arcanjo. Mas como ele era extremamente puro, havia como ter um salto energético de tamanha altura. Eu espero ainda o encontrar. Meus professores atualmente me dizem que irei reencontrá-lo. Ele mudou a minha vida e sou eternamente grato a ele por tudo o que me tornei e me torno a cada momento. E com essa inspiração, eu também espero mudar a vida dos demais seres e torná-los felizes, mesmo que tenham que largar tudo, pois eu sei bem como foi ter essa experiência e nada melhor ser livre e ter o Criador ao seu lado para lhe guiar nas palavras e nos gestos.
Pergunta: Senhor Ashá, o senhor certamente não tem mais esse nome, mas queria muito lhe agradecer a sua vinda. Muitas palavras que o senhor proferiu me marcaram e então eu precisava falar com o senhor. Obrigado.
Resposta: Eu que agradeço por você se interessar por um humilde ser em aprendizado. Geralmente os canalizadores sempre desejam falar com seres de maior escalão e esquecem que nós, os mais simples, somos mais próximos dos seres humanos da Terra do que aqueles de maior iluminação. Nós aqui sabemos o que vocês sentem, pois já estivemos nessa fase, até não precisarmos estar mais. Atualmente eu não respondo mais pelo nome de Ashá, eu respondo pelo nome de Arthur. Creio que seja mais eloquente e atualizado pelo que eu estou vivendo neste momento de aprendizado. Quem sabe ainda serei o canal Arthur para transmitir conhecimento? Realmente, após o meu estudo desta reencarnação nas bibliotecas sagradas, eu pretendo, quando chamado, auxiliar os seres que desejam mais conhecimento do universo e do Criador. Mas também quando alguém quiser me chamar para simplesmente sentir e expressar o meu/seu amor, eu ficarei honrado.
“Que eu possa sempre servir o Criador com alegria e majestade.
Eu me curvo perante a criação.
Eu entendo que eu sou tudo e nada ao mesmo tempo.
Eu sinto tudo e nada ao mesmo tempo.
Eu tenho tudo e nada no mesmo momento.
Eu sou o que eu posso ser agora. E eu amo ser.
Agradeço Zarahá, AhuraMazda e o senhor da Luz divina, Yahweh, meu pai/mãe celestial.
E assim eu cumpro mais um momento da minha missão.
Amém” – Ashá/Arthur
Fim da conversa.
A canalização pelo Dr. José de Aragão, um ser milenar, da sexta dimensão, muitas vezes, é um tanto complexo para o entendimento.
É importante que a leitura seja feita mais de uma vez, se possível, e assim o entendimento virá aos poucos. Também é importante que se venha de cabeça aberta, sabendo que muito o que for descrito aqui será distinto daquilo que você aprendeu em outros locais, principalmente, na internet.
Lembre-se que você não é obrigado a acreditar no que aqui canalizamos, mas, independente disso, o nosso papel estará sendo realizado. Se você irá acreditar, é uma escolha sua!